Mais dia menos dia isto ía acontecer, metade da população nómada do Super Rock perdeu a voz, mas ganhou coragem para viver melhor no ciclone Arcade Fire. Estávamos todos à espera deste concerto, uns desde que nasceram, outros desde que alguém decidiu que a cimeira da nato era mais importante e outros desde as 17 horas da tarde. Todas as esperas foram justificadas, Arcade Fire e o público conseguiram ir mais longe e mais alto do que as mais altas expectativas da NASA. Tudo valeu a pena, o pó, as filas intermináveis porque lhe pareceram bem à gnr, a persistência e mesmo a canja cor de rosa fushía dos The Gift. Tudo.
Arcade Fire
Descrição em construção
Ontem foi (também) assim no Meco :
Portishead
Descrição em construção
Maratona Lusa : Um som original com recurso a objectos improváveis, que se deixa gostar de
Noiserv, um
Rodrigo Leão que se queria mais autêntico e um alinhamento que não lembra a ninguém dos
The Gift
Alguma pena de ter perdido The Legendary Tigerman
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